Um Feliz Natal (Merry Christmas) e um Feliz Ano Novo (Happy New Year)!

Um Feliz Natal (Merry Christmas) e um Feliz Ano Novo (Happy New Year)!
São os votos da equipa do site SIC Gold Online!

Programa X: Conheça os convidados, do próximo programa ‘Vale Tudo’, hoje domingo à noite na SIC!

domingo, 31 de março de 2013

216871_206192802763486_1834300783730[3]

Boa Tarde! Bem-Vindos à 60ª edição, da rubrica ‘Programa X’, do Blog SIC Gold! A partir de hoje, esta rubrica começa às 18:00H, onde continuamos a informar sobre os programas a conteúdos atuais da SIC.

Hoje referimos a emissão do programa ‘Vale Tudo’, apresentado por João Manzarra em direto e a partir das 21:25H, onde tem um passatempo para osLogotipo-do-programa-Vale-Tudo_SIC_t telespetadores para casa, um prémio de 15.000€ garantidos, para participar, é só ligar para o 760 200 600, mas só o programa estiver no AR, na SIC. Não perca!

Saiba quem são os convidados do próximo programa ‘Vale Tudo’, hoje domingo à noite na SIC, clique aqui, para ver a promo do programa! Não perca e voltamos no próximo domingo, para mais uma rubrica de opinião sobre os programas atuais da SIC.
Continuação de um excelente domingo de uma Boa e Feliz Páscoa, para todos os telespetadores do Blog SIC Gold! Não Perca!

5806_471218822949902_1018950272_n

Série: Uma Aventura Musical-SIC GOLD

umaaventura

Truques & Dicas - Recordar é Viver (Solução)

truquesedicas_thumb1_thumb1_thumb_th[1]
Agora aos Domingos, damos a conhecer a solução, do conselho da rubrica Truques & Dicas, relembramos a questão referida e a seguir mencionamos a resposta certa como solução!
Como evitar que as formas dos bolos enferrujem?
A – Lavar com mostarda.
B – Deixar de molho com água e azeite.
C – Colocar no forno quente alguns minutos.
Solução:
A resposta correta é a C – Colocar no forno quente alguns minutos.
Explicação: Quando as formas começarem a enferrujar, experimente lavá-las bem e de seguida coloque-as no forno bem quente durante alguns minutos. Vai notar a diferença.

SIC FILMES: Série ‘A Bíblia’- SIC GOLD

Grafismo-da-rubrica-SIC-Filmes_thumb
Boa tarde a todos os telespetadores do Blog SIC GOLD!
1agad
Hoje domingo e a partir da próxima semana, a rubrica designada por: SIC FILMES, passa a ser transmitida também ao sábado e no dia seguinte ao Domingo, sempre às 13:00h.
Nesta 11ª emissão, sugerimos a Série ‘A Bíblia’, que o protagonista é o ator português Diogo Morgado, que estreou ontem à tarde às 15:45H na SIC e hoje domingo, a SIC transmite o 2º e último episódio da série ‘A Bíblia’, às 15:00H, não perca!
Veja o trailer da série ‘A Bíblia’ e a entrevista ao ator Diogo Morgado, clique em Ler Mais!

Veja ou reveja o 2º Aniversário do Programa 'Querida Júlia'! - Especial Páscoa - SIC GOLD

Hoje domingo de Páscoa à tarde, veja o 2º e último episódio da série 'A Bíblia', na SIC!


Hoje domingo de Páscoa à tarde, veja o 2º e último episódio da série 'A Bíblia', às 15:00H na SIC.  Não Perca!

Mensagem de Páscoa, da equipa do Blog SIC GOLD!

sábado, 30 de março de 2013


Boa Noite a todos os telespetadores do Blog SIC Gold!

Em nome da equipa do Blog SIC GOLD, desejamos a todos os telespetadores do Blog, uma Boa e Feliz Páscoa!

Sugerimos, como sugestão musical, para amanhã domingo de Páscoa, esta música da Filipa Azevedo interpreta "Listen", na Gala 2 do programa 'Família Superstar' da SIC. Espero que goste!

Saiba quem são os próximos convidados, do programa 'Vale Tudo', amanhã domingo à noite na SIC!







Série portuguesa Camilo e Filho Lda, com o episódio: ‘Fato Velho Moda Nova’ - SIC GOLD

Recorde a série portuguesa ‘Camilo e Filho Lda’, que o Blog SIC Gold, já transmitiu, todos os domingos à tarde, no Blog. E agora todos os sábados às 18:00h, pode recordar todos os episódios, aqui no Blog SIC Gold! Não perca!

A equipa do blog SIC Gold, deseja a todos os telespetadores uma Boa e Feliz Páscoa!

Hoje, no programa Perdidos e Achados, com o tema 'CANHESTROS 20 ANOS DEPOIS', no Jornal da Noite na SIC!


Em 1993, uma pequena aldeia alentejana ganhava cor no mapa com a iniciativa de um grupo de mulheres e o apoio da junta de freguesia, então a tomar forma.



No ano em que se inaugurava em Lisboa o Centro Cultural de Belém, a SIC foi filmar o nascimento do Centro Cultural de Canhestros. Projeto cimentado com a angariação de fundos feita pelas mulheres da aldeia e pelos braços dos homens e da Junta. Vinte anos depois, o que aconteceu à aldeia e à união entre os habitantes? Qual é o novo rosto e a vontade desta terra?

Programa: ‘Chuva de Estrelas’,6ª edição do programa–SIC GOLD

Hoje sábado, na continuação dos sábados anteriores, o SIC GOLD, tem um novo programa para todos os sábados ao meio da tarde, é o programa ‘Chuva de Estrelas’, que durou muitos anos na SIC e teve vários apresentadores e sempre com muito sucesso.
Nesta 6ª edição, recorde alguns dos melhores momentos do programa ‘Chuva de Estrelas’, apresentado por José Nuno Martins e Bárbara Guimarães, às 15:00H da tarde, com a participação do João Pedro Pais e da Inês Santos que venceu a final do Chuva de Estrelas, no coliseu! Não perca!
Conheça mais Sobre o programa ‘Chuva de Estrelas’, em baixo, clique em Ler Mais!

Estreia hoje à tarde, a série 'A Bíblia', na SIC!


É a história mais extraordinária de todos os tempos.

Estreia hoje sábado, às 15:45H na SIC. Amanhã domingo de Páscoa à tarde, dá o 2º e último episódio da série 'A Bíblia', às 15:00H na SIC.  Não Perca!

Truques & Dicas - Recordar é Viver

truquesedicas_thumb1_thumb1_thumb_th[1]_thumb_thumb

Como evitar que as formas dos bolos enferrujem?

A – Lavar com mostarda.

B – Deixar de molho com água e azeite.

C – Colocar no forno quente alguns minutos.

Série 'A Bíblia', estreia dia 30 de Março, na SIC!

sexta-feira, 29 de março de 2013


É a história mais extraordinária de todos os tempos.



Estreia dia 30 de Março, na SIC. Não Perca!

Oprah elogia série com Diogo Morgado


O Jesus Cristo português tem feito sucesso nos Estados Unidos.

Com a estreia em Portugal marcada para a tarde do fim-de-semana de Páscoa (SIC), a minissérie ‘A Bíblia' bateu recorde de audiências logo no primeiro capítulo com 13,1 milhões de pessoas.

Oprah Winfrey foi uma das personalidades que assistiu à minissérie, cujo protagonista é o ator português Diogo Morgado. 

A apresentadora felicitou e comentou no seu Twitter ‘A Bíblia' que foi para o ar no History Channel, no passado domingo. "Dou a minha pedra ao primeiro homem que me disser que nunca pecou. Um dos meus momentos favoritos", disse Oprah na rede social.

Diogo Morgado não ficou indiferente ao comentário de Oprah e também ele deixou uma mensagem de felicidade em resposta ao "Bravo" da apresentadora. "Nem acredito que a Oprah me viu", escreveu Diogo Morgado no Twitter.

O ator português partilha ainda na rede social que terminou o dia com um sorriso no rosto e um coração cheio com todos os comentários partilhados.
























CM

Entrevista à atriz Joana Seixas: “Televisão serve para nos pagar as contas”


A Carminho de ‘Dancin' Days', da SIC acredita que o formato telenovela se vai esgotar e fala das vantagens e desvantagens dos contratos de exclusividade em televisão.

Como explica o sucesso de ‘Dancin' Days', novela líder de audiências?
É um conjunto de fatores: tem um elenco fantástico, a SIC tem vindo a melhorar e as coproduções com a Globo têm ajudado a criar mais dinamismo e naturalidade. Devemos aprender com os melhores...
Sente o dedo da Globo?
Sim. Principalmente na forma como a escrita tem sido acompanhada. Ainda nos falta subir alguns degraus para apanhar as novelas brasileiras mas temos vindo a melhorar muito. Faço ficção há mais de dez anos e consigo sentir uma evolução enorme. Mas é preciso melhorar. Tem de se apostar mais nos bons argumentos e existe um erro, que é estar-se sempre a esticar a novela. Isso faz perder qualidade em algumas cenas...
Fica-se a enrolar...
Exato. Enrola-se só para encher os episódios dessa semana. Tem de se começar a apostar em novos formatos, tipo série. Apesar de esta novela estar a ter grande sucesso, é um modelo que começa a ser um bocadinho ultrapassado. As pessoas começam a olhar para a TV de maneira diferente.
Tem tendência a acabar?
Acho que sim... a novela é um modelo que, mais cedo ou mais tarde, vai acabar por ser ultrapassado. Aliás, existem países onde isso já aconteceu. Em Portugal, ainda temos algum caminho pela frente.
Tem sentido na rua o sucesso de ‘Dancin' Days'?
Têm-me calhado sempre personagens queridas do público e por isso as pessoas são carinhosas. Ainda não fiz nenhuma má da fita, o que é pena (risos)... também gosto. Claro que me sinto bastante mais observada, com menos privacidade, mas temos de aprender a viver com isso.
Sente-se desconfortável com a falta de privacidade?
É uma forma de estar que temos de aprender...
Mas é algo que dispensava?
Largamente. Tenho sempre imensa vontade de ir de férias para fora de Portugal porque aí sou anónima e posso estar descansada. Não é que o público seja invasivo, mas sinto-me sempre observada. Mas isso também parte de nós. Temos de ter cuidado na forma como damos entrevistas, como nos expomos, e construir uma relação equilibrada com a imprensa e o público.
Que balanço faz da sua participação nesta novela?
A Carminho foi uma personagem muito simpática, querida do público. Começou com um papel muito forte dentro da família, mas isso foi sendo resolvido, o que significou que a luta dela foi dando resultado. A mensagem que passou foi que não se deve desistir mesmo quando as pessoas parecem muito casmurras. E adorei os atores com quem trabalhei... dávamo--nos muito bem e havia um excelente ambiente. Foi fácil de gravar, havia uma grande química e energia. Foi uma novela que me deu imenso prazer fazer.
Gostou do final ?
Imenso. Foi divertidíssimo Não posso desvendar muito... é um final feliz mas, ao mesmo tempo, inesperado. Os espectadores vão ficar surpreendidos e vão divertir-se. Acaba em festa.
Gravou mais de um ano. Já estava cansada?
Não... chegamos sempre ao fim das gravações com vontade de acabar porque queremos mudar, entrar em novos projetos. Mas foi um prazer. Não me chateava ir trabalhar, gostava de todos os atores e da equipa. Não foi um projeto em que sentisse o tempo a passar devagar, pelo contrário.
Foi exclusiva SIC até ao ano passado. Entretanto, o contrato acabou...
Infelizmente.
Está preocupada com a possibilidade de ficar longos períodos sem trabalho?
Tudo tem um tempo e tudo faz sentido dentro de um certo contexto. Quando começaram os contratos de exclusividade, os canais sentiram necessidade de criar núcleos próprios. Hoje, cada um já formou a sua imagem... até para nós, os contratos de exclusividade têm o reverso da medalha.
De que forma?
Por um lado, é muito bom, porque nos dão estabilidade, mas depois não podemos aceitar trabalhos noutros canais e, em termos de diversidade de personagens, torna-se restrito. Claro que cada ator se encaixa melhor em determinados papéis, mas a diversidade é importante para a nossa construção e capacidade de agarrar vários desafios. Quanto a mim, vou voltar a habituar-me à não exclusividade. Claro que me assusta um pouco mas não estou em pânico. Estou calma e tranquila.
Sentiu-se limitada quando era exclusiva?
Não. Sentia apenas que entre as personagens que fazia podia ter feito outros trabalhos noutros canais. E poder usufruir de uma maior diversidade de personagens é bom, ajuda-nos a evoluir. O contrato de exclusividade torna as coisas mais previsíveis. Mas também nos dá imensa segurança. Por exemplo, nestes últimos quatro anos pude viajar imenso e aproveitar o tempo livre entre personagens. Vou ter saudades desses períodos...
Faz televisão por gosto ou por obrigação?
Gosto de fazer. Mas nenhum ator deve ter vergonha de dizer que a televisão serve para nos pagar as contas. Se não fosse a televisão, uma grande percentagem de atores vivia em dificuldades. Agora, o facto de nos ajudar a pagar as contas não significa que não tenhamos prazer a trabalhar. Há projetos e personagens mais interessantes que outros, mas diverti-me sempre a fazer televisão.
Nunca saiu desanimada de nenhum projeto?
No final, não. Houve dias em que saí frustrada, mas isso foi porque alguma cena não correu bem.
Se o teatro e o cinema pagassem as contas, faria televisão?
Sim. Provavelmente, faria era menos e teria uma conta mais equilibrada entre as três áreas. A televisão também faz parte do nosso trabalho e é uma técnica específica - tem um ritmo que é engraçado, e o improviso é aliciante.
Licenciou-se em teatro. É fundamental ter formação para se ser ator?
É. A formação não tem de ser necessariamente uma licenciatura. Podem ser workshops, porque há pessoas que nascem já naturalmente com um dom e não precisam de passar por um processo tão exaustivo. Mas para mim foi fundamental, foi aí que comecei a perceber que esta era uma área em que podia trabalhar. E é importante, mesmo para quem já está a trabalhar, parar durante um mês ou dois e fazer formação. É importante um ator ter a experiência de conhecer o seu corpo, saber como deve respirar, como se deve mexer, como tudo funciona dentro de si e como pode comunicar isso para fora.
Conheceu pessoas que entraram para a profissão pelos motivos errados?
Felizmente, não conheci muitos casos. Geralmente, essas não são as que perduram. Claro que há pessoas mais deslumbradas do que outras mas o telespectador percebe quando um ator é sério e aplicado no seu trabalho. Fazer televisão, ao contrário do que as pessoas pensam, é muito difícil.
Nunca se deslumbrou?
O meu processo foi gradual. Deslumbrei-me mais quando entrei para o conservatório do que quando fiz o meu primeiro trabalho em TV. Nunca me deslumbrei com o facto de aparecer na televisão, nas revistas e ser conhecida. Sempre tive o medo do excesso de exposição se poder virar contra mim. Tento ser equilibrada na forma como vou gerindo a minha exposição pública porque gosto muito da minha vida privada. Percebi desde cedo que a televisão podia roubar uma quota-parte de privacidade.
Como é que percebeu isso?
Tem a ver com educação, os meus pais sempre me puseram os pés bem assentes na terra, e também tem a ver com ter tido uma formação sólida. O facto de ter estado quatro anos no conservatório fez-me perceber que o trabalho depende do meu empenho, do meu profissionalismo e do meu rigor.
São esses valores que tenta passar ao seu filho [com o também ator João Reis]?
Ele não é nada deslumbrado... finge até que não me conhece à porta da escola. Tentei sempre passar-lhe os valores que os meus pais me passaram e sempre fiz questão de o preservar deste mundo. Uma coisa é o meu trabalho, outra é a minha vida pessoal.
Gostava que ele seguisse a carreira de ator?
Não faço nada para o incentivar. Agora, se vier a ser ator, será sempre uma opção dele. Nunca vou intervir nisso. Mas, para já, não sinto que ele vá para esta área.
PERFIL
Nasceu em Lisboa, em 1976 (tem 36 anos). Fez bailado, ginástica acrobática e integrou o grupo Onda Choc. Licenciou-se em teatro em 1999. Desde então, participou em séries e novelas, como ‘O Fura-Vidas', ‘O Último Beijo', ‘Laços de Sangue', entre outras. Fez ainda vários trabalhos no cinema e no teatro.









NTV

Ana Guiomar: "Não ambiciono ser protagonista"



Feliz com o sucesso de 'Dancin' Days', a atriz fala sobre o fim de 'Morangos com Açúcar' e admite que as portas da TVI ficaram fechadas, depois de participar em 'Tempo de Viver'. E confessa que não sente necessidade de ter um contrato de exclusividade.
Despediu-se recentemente de Dancin' Days. Vai ter saudades de Sónia?
Vou. Aliás ainda nem a consegui enterrar [risos].
Qual é o balanço deste ano de trabalho?
Foi um ano mesmo muito bom. Diverti-me muito. No meu núcleo ficamos todos com uma grande ligação.
O que é que ficou de Sónia?
Não ficou muita coisa. Talvez o positivismo. Ela não tem quase nada que ver comigo. A única coisa que tinha era mesmo a energia e a boa disposição.
Gostou do final que lhe deram?
Agradou-me muito mais do que estava à espera. Era aquilo de que ela precisava. Vai acabar em muito bom. Aquele shopping vai rodopiar quando souberem o que vai acontecer e o que ela conseguiu para a vida.
Dancin' Days é neste momento o programa mais visto da televisão portuguesa. Na rua sente o sucesso da novela?
Sim. As pessoas abordam-me e fazem algo que me faz pensar "que triste estar a fazer isso", mas ao mesmo tempo acho graça. Mexem nas mamas e perguntam "então as minhas meninas", uma expressão que a personagem usa muito. Às vezes homens até com bastantes "meninas". Fico envergonhadíssima. E penso "isto não é um adereço, tenham calma".
E as senhoras também fazem o mesmo?
Não, as senhoras fazem menos [risos].
Quando a novela começou a liderar, sentiu um aumento de responsabilidade?
Não. A qualidade tem de ser sempre a mesma. Seja para dez seja para dez milhões.
O aumento do número de episódios de Dancin' Days prejudica a história?
Isso tem de se perguntar mais ao espectador do que a mim. Ao nível de história não sinto que nada tenha estado estagnado nem que canse. Foram mais peripécias para me divertir.
As novelas brasileiras têm crescido em audiências. Não teme que a ficção nacional esteja a retroceder?
São ciclos. Estas duas últimas novelas brasileiras são muito fortes. Gabriela era um remake de uma novela que toda a gente queria ver. Depois, novos espectadores que nunca viram, e também o homem, porque aquilo explorava muito o lado erótico, muito bem feito, textos geniais, décors maravilhosos... E o espectador percebe isso. Avenida Brasil é um produto extraordinário. São propostas muito, muito boas.
Não é possível fazer cá algo do género?
Era possível, mas com a produção deles.
Mas a que se deve esta mudança? Falta criatividade aos projetos portugueses?
As pessoas estão um bocadinho cansadas de ver os mesmos atores na TVI. Mas com as quebras de contrato isso vai ficar resolvido. E contra mim falo, porque adoraria estar sempre a fazer, não tenho contrato com ninguém e quanto mais trabalho melhor. A verdade é que um ator não pode acabar uma novela e enfiar-se noutra. Há pessoas que não têm o dom de ser muito diferentes. Chega a um ponto em que a arte, que é uma coisa que custa como processo criativo, cansa. E se as pessoas não se cansam e estão sempre a fazer projetos, projetos, projetos, isso passa a ser um trabalho de escritório, que é o que não interessa.
É isso que está a acontecer?
Para algumas pessoas, sim.
Foi a falta de criatividade que motivou o fim de Morangos com Açúcar?
Os Morangos algum dia tinham de acabar e ainda bem que foram conscientes e decidiram acabar. Não quer dizer que daqui a uns tempos não venha um projeto com a mesma temática e para o mesmo nicho de mercado.
Como reagiu ao ver o final da série?
Gostei muito de fazer os Morangos, aprendi imenso, muitas das coisas que sei a nível pessoal e profissional devo-o àquelas pessoas, àquele projeto. Sobre o fim da série, não fiquei triste, porque já tinha saído há muito e estava desligada daquilo. Mas era uma escola ótima para pessoas como eu entrarem, aprenderem e absorverem, sem dúvida alguma.
Faz falta à ficção nacional?
Faz. Mas deve estar a surgir alguma coisa do género, porque os miúdos e os adolescentes adoram aquilo.
Ficou triste por não participar no filme?
Tive pena de o filme não explorar um pouco mais o passado dos Morangos e o público "pai" estava à espera disso. Se me dissessem que entravam atores da minha série, aí ficava triste por não entrar, mas com estes atores novos que não conheço, com quem nunca trabalhei, não tenho qualquer tipo de ligação, não.
Não recebeu sequer convite?
Não, não.
Mas viu o filme?
Não cheguei a ver. Não tive curiosidade porque houve um rompimento com a série, não sei bem do que se tratava. Não sei muito bem o que as personagens estavam ali a fazer.
Desde que participou na série nunca mais parou. Sente-se uma privilegiada?
Muito privilegiada, sem dúvida alguma.
Porque acha que nunca parou?
Há muito o fator sorte, obviamente, mas também há muito o fator trabalho. Tenho a certeza de que trabalho imenso e que levo esta profissão o mais a sério possível e que a respeito.
Assusta-a a ideia de ficar sem trabalho?
Claro que sim. Mas acabei Dancin' Days, estive no teatro e segue-se outro projeto em TV.
Que projeto é esse?
É a nova novela da RTP1 [risos].
E o que pode adiantar sobre a personagem?
Não sei mesmo de nada, porque supostamente já éramos para estar com tudo feito e isto entretanto atrasou imenso, porque havia muito elenco por fechar. Na segunda-feira vou buscar episódios, ver de cabelos e essas coisas, e depois, na terça-feira, parto de viagem. Ainda não tenho um único episódio [risos].
Ficou satisfeita com o convite?
Estou satisfeita, deu para descansar. É uma novela que me parece ter um conceito um bocadinho diferente e porque não posso estar sempre a fazer novelas seguidas na SIC, não têm personagens para mim e eu não posso gastar a imagem à maluca, e depois porque me parece que a novela vai ser num horário que para mim é apelativo e que está por explorar, e isso é bom. Estou muito entusiasmada.
Os seus papéis têm estado ligados à comédia. Continua a ser estimulante fazer rir?
Têm-me perguntado muito isso e começam a meter-me macaquinhos na cabeça porque nunca vi isso por esse prisma. Repare, eu fiz Tempo de Viver, nada de comédia, o Conta-me como Foi, nada de comédia. O que fiz de comédia foi PerfeitoCoração, mas aquilo não era bem comédia. Fiz Laços de Sangue, que também não tinha graça nenhuma. Eu, pelo menos, não lhe achava graça nenhuma. Mas continua a ser estimulante. Gosto muito. E aguenta-se muito melhor uma novela de um ano e meio em comédia do que se fosse em drama.
Ainda não está preparada para um papel mais sério?
Claro que sim. Mas estou numa idade complicada, em que não posso fazer de mãe, mas também já não posso fazer de filha de toda a gente. É uma idade em que se fica nos núcleos soltos, que são comédia, porque não há família. A meu ver é essa a questão, mas tenho feito muito drama em teatro e tem sido espetacular.
Que papel gostava de interpretar?
Não sei. Gosto de fazer todos os papéis. Estou preparada para tudo. Desde que acredite, gosto de fazer todos. Adorava fazer um papel dramático a seguir, mas depois se estiver nove ou dez meses a chorar e armada em boazinha... Não é uma coisa que me estimule.
Em 2008 aceitou fazer o papel de homossexual em Podia Acabar o Mundo. Foi difícil?
Bem... Podíamos ter dado muito mais para aquilo fazer realmente sentido. Mas não me fez confusão alguma. Acho até que foi pouco explorado, podíamos ter tido uma relação mais forte. Tínhamos uma relação normalíssima, mas pronto, evitava-se o beijinho...
Hoje seria mais explorado?
Sem dúvida. E não me importaria de voltar a fazer um papel desse género. Até porque a minha maturidade é outra e ia vê-lo de outra maneira, ou fazê-lo melhor.
"As portas da TVI fecharam-se, mas nunca precisei de ir lá bater"
Tem 24 anos, é jovem. Acha que isso lhe corta as pernas para outros papéis?
Não sei [risos].
Não ambiciona um papel de protagonista?
Não, não ambiciono ser protagonista de uma novela. Para o ego deve ser espetacular, nove meses a dizer "sou protagonista, estou cansada". Se fosse a Diana de Laços de Sangue, sim. Era um papel espetacular. Mas às vezes as protagonistas são chatas. Não se divertem tanto.
Ainda não chegou o momento de ser protagonista, com dez anos de carreira?
Não necessariamente. Nunca pensei muito nisso. Ficava chateada se me dessem uma personagem que aparecesse uma vez por episódio e não fosse nada explorada. Isso chateia, queria dizer que o meu trabalho não estava a ser bem feito e o público não estava a gostar.
Depois de Morangos, fez Tempo de Viver ainda na TVI. Depois mudou-se para a concorrência. As portas da TVI fecharam-se?
Se calhar, sim...
Porquê?
Não sei. A Plural tem pessoas a dirigir e a mandar que não conheço. Fiz Tempo de Viver e depois surgiu o Conta-me, na RTP1, e decidi fazê-lo e sair. E sei que nessa altura não foi muito normal, porque as pessoas dos Morangos assinam logo contratos baratos. Não ambiciono isso. E as portas da TVI fecharam-se. Mas a verdade é que depois nunca precisei muito deles. Nunca precisei de lá ir bater à porta.
Não gostava de ser exclusiva de um canal?
Um contrato de exclusividade, a mim, o que me daria? Alguma segurança... Se calhar, quando tiver 30, 35 anos e quiser ter um filho, aí sim, dar-me-ia imenso jeito, e adorava, mas agora não, ter um contrato e de repente fazer tudo. Olhe, eu agora a apresentar? Que vergonha!
Não gostava de experimentar?
Gostava uma vez... Mais do que isso, não. Ia ter muita vergonha. Tenho muitos problemas em ser eu própria.
Passado este tempo todo, ainda não perdeu essa vergonha?
Perdi. Mas as pessoas não têm de saber como é que sou. Acho que ia ser do tipo Cristina Ferreira, uma pessoa solta. Gosto daquele género, porque ela é muito autêntica, acho graça. Tem de se ter aquele à-vontade que ela tem. Eu não seria assim. Ficava acanhada.
Nunca foi convidada a ser exclusiva?
Houve uma abordagem. Mas as coisas entretanto mudaram todas.
Portanto, presumo que tenha sido da SIC...
Uma abordagem... Não sei se foi... [sorriso].
Como disse que as coisas mudaram todas e tem trabalhado com o canal de Carnaxide...
... [risos].
Foi a crise que fez que não tivesse contrato de exclusividade?
Foi, há imenso tempo. E não fiquei chateada.
Presa, portanto, a liberdade enquanto atriz?
Sim. E assusta-me ter um contrato. É como comprar casa! Tem coisas boas e coisas más. O português é um fraco e, claro, se nos acenarem com a nota toda dizemos que sim. A verdade é que há muitos atores com contrato de exclusividade que não podem fazer certo tipo de trabalhos no teatro por terem um contrato e isso é terrível. Porque não tenho filhos, não tenho ninguém para alimentar, para gerir, não tenho grandes responsabilidades monetárias, só são comigo, não com outra pessoa. E acho que, se não aproveitarmos esta liberdade... Imagine uma pessoa que sai dos Morangos com 16, 17 anos, tem um contrato de exclusividade de cinco anos com a Plural, recebe um ordenado médio e, quando não está a trabalhar, médio menos. Se calhar, aquele médio menos não lhe faz confusão alguma, não muda nada para o que poderia estar a aprender. Em teatro, noutros projetos, noutros canais. E quando aquelas pessoas ficarem gastas pelo canal? O que é que criaram a nível profissional, que relações e outros trabalhos é que fizeram para poder sair dali e voar? É como um pássaro que se lhe cortou as asas.
Sente-se bem paga?
Sinto. É meritório. Ainda sou do tempo em que se era bem pago.
Então já não é?
Continua a ser, pelo menos para mim. Mas vai descambar...
É fácil ser ator em Portugal?
Não. Não é nada fácil. As pessoas esquecem-se muito rapidamente daquilo que fizemos e depois dão-nos valor e não dão. Consome-se muita televisão. É tudo muito efémero.
Alguma vez sentiu o seu talento menos prezado?
Não. Mas sinto que há muita falta de respeito na medida em que encaram a profissão como se qualquer um pudesse ser.
E isso é mau?
É péssimo. Eu comparar-me com um ex-concorrente da Casa dos Segredos, coitado, não tem formação. O que seria? Que horror!
Há mercado para tantos atores?
Para tantos atores, há. Mas para os que não são, não. Mas eu contra mim falo, porque os meus colegas têm formação e vão dizer: "Ela também não tem formação." Mas respeito a profissão, que é o que os outros não fazem.
Há muita gente a não respeitar?
Muita gente? Muita gente mesmo.
Os próprios atores?
Os que não são atores. Os verdadeiros atores respeitam, sem dúvida alguma. E isso nota-se.
Já tem mais de dez anos de carreira. Sempre foi um desejo ser atriz?
Não. Mas não sei o que queria ser antes. Fiz casting para várias produções, quer dizer, fui lá deixar o registo. Foi por impulso. Estava inscrita em agências mais para publicidade e ganhar uns dinheiros. Depois fui para os Morangos...
Começou aos 14 anos. Teve de crescer cedo de mais?
Sim, mas sempre fui muito crescida para a idade, muito responsável e muito de saber bem o que queria. Quer dizer, não sabia muito bem o que queria ser, mas sabia que queria ser alguma coisa e, no que fosse ou escolhesse, teria de ser boa e dar o máximo. Não sei se tivesse outra profissão o que é que seria. Quando comecei a fazer os Morangos percebi que gostava muito de fazer isto e que queria muito fazer isto.
Emigrar já passou pelos seus planos?
Não. Sou muito ligada à minha família. Era incapaz. Tinha medo. Por exemplo, se me disserem: "Vais fazer uma novela para Angola ou para o Brasil, durante quatro ou cinco meses, vou, porque sei para onde vou. Agora ir à maluca, à procura, não. Não tenho nada esse espírito.
E se fosse um convite da Globo?
Sem dúvida que iria. Isso era melhor do que um contrato de exclusividade. Calor, sol, praia, Brasil, gente alegre. Ótimos profissionais. Figuração na Avenida Brasil? Vou [risos].
Acha que é uma boa atriz?
Sou uma atriz que já foi muito boa em alguns trabalhos, que cumpriu noutros e que se vai espalhar num qualquer [risos].














NTV



Crise e desemprego os novos trunfos da ficção da SIC



Rita Blanco e Diana Chaves abrilhantam a próxima novela da SIC, 'Ambição'. O autor Pedro Lopes assina a história que Carnaxide quer que seja "atual". À Notícias TV, a atriz Maria João Luís explica, pela primeira vez, o que a faz voltar a vestir a camisola da SIC.

A perda de emprego e as dificuldades que quem não tem trabalho enfrenta vão ser dois dos temas deAmbição, a próxima novela da SIC - as gravações arrancam em maio - que chega aos ecrãs em setembro. Com a taxa de desemprego em Portugal em 17,6%, em janeiro, e muitos portugueses sem trabalho e rendimentos, a SIC não hesitou em retratar o flagelo social no pequeno ecrã.

Júlio César será um dos rostos que vão interpretar o papel de desempregados. "Vou fazer um homem sem trabalho que estava ligado à construção civil, uma das áreas mais afetadas pelo desemprego no nosso país. Estou muito contente por poder fazer um registo completamente diferente das personagens anteriores", revela à Notícias TV. O ator, de 65 anos, que já está a preparar-se para desempenhar o papel, diz que irá inspirar-se no ciclo de amigos mais próximos. "Um amigo meu, na casa dos 60, 65 anos, trabalhava na construção civil e agora está desempregado. Tenho pensado muito nele e em tudo o que lhe está a acontecer", explicou.

Indicada para o papel de uma das protagonistas, Maria João Luís, que regressa à ficção da SIC depois de nos últimos anos ter participado em várias novelas e séries da TVI, confirma o convite de Carnaxide e o entusiasmo no novo projeto televisivo. "Ainda não posso confirmar a minha presença. Tenho o Teatro da Terra e muita coisa para fazer... Mas é provável que a minha participação venha a acontecer. Agrada-me imenso o elenco e já fiz grandes projetos com aquelas pessoas", diz, pela primeira vez, após meses de silêncio. E esclarece que, apesar de ter perdido o contrato de exclusividade, não saiu a mal do canal de Queluz de Baixo: "Quando a TVI me ligou, estava sempre ocupada e não estava disponível para fazer novelas. Agora já tenho saudade e estou mais disponível. Mas, atenção, eu trabalho para os três canais!"

Tal como Júlio César, a conceituada atriz, de 48 anos, apoia a decisão da SIC de tornar o desemprego um dos temas principais da história assinada pelo argumentista Pedro Lopes. "A reflexão sobre estes assuntos é inevitável. Vai falar-se do desemprego que atinge os mais novos e também os mais velhos. Todas as novelas têm focado este assunto, não é uma ideia exclusiva da SIC. Aqui, o que se pretende é dar-lhe um olhar humano."

Rita Blanco - que até ao fecho desta edição esteve incontactável - regressa às novelas, depois de ter participado em Vila Faia (2008, RTP); Tempo de Viver (2006, TVI) e Fúria de Viver (2002, SIC), e terá à sua espera um papel de protagonista em Ambição.
A telenovela 'Ambição', será uma telenovela muito atual.

"Sei que vão existir duas irmãs na novela, que vão ser antagónicas... Estão escritos apenas cinco capítulos", adianta fonte conhecedora do processo à Notícias TV. Já Victoria Guerra, no ar como Vera em Dancin' Days, foi escolhida para ser filha de Rita Blanco, segundo apurou a nossa revista.

Contactado pela NTV, o autor Pedro Lopes preferiu não tecer qualquer comentário sobre a nova história e elenco. "Não posso dizer nada, a SIC é que falará primeiro." Gabriela Sobral, diretora de produção do canal de Carnaxide, levanta o véu e garante que Ambição vai mostrar o país atual. "Será uma grande história, é muito atual e vai mostrar a situação que Portugal vive hoje. Vai abordar a crise e outros temas fraturantes, como o empreendedorismo e temas da sociedade atual. Se, por um lado, há crise, também há famílias que em momentos de crise arranjam uma saída, e nós vamos mostrar não só o lado negro mas também o outro lado da crise. Vamos ter um elenco surpreendente", adianta a responsável.















NTV

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Deixe um comentário na caixa do facebook!

 
SIC GOLD ONLINE – SIC Sempre GOLD © Copyright 2018 | Personalizado por Site SIC Gold Online | Contactos | Ficha Técnica | Contactos