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sexta-feira, 28 de junho de 2013

"SPLASH! CELEBRIDADES", Balanço positivo, Eles querem saltos a sério!


Com o verão aí à porta, nada melhor do que um mergulho para refrescar. Quanto aos treinadores do "Splash!" estão lá para o que der e vier, mas gostavam que a competição em Portugal renascesse .

Miguel Moreira e Inês Gonçalves são dois dos treinadores de "Splash!", o programa da SIC que veio combater um "Big Brother VIP" já “entranhado” no público. Os domingos à noite dividem-se agora entre um grupo de famosos fechados numa casa e um outro em que se atiram de “cabeça” para uma piscina, enfrentando os seus medos... ou não!

“O convite veio da Fremantle, que entrou em contacto comigo e com o César Peixoto”, começa por nos contar Miguel, que em tempos foi formador da Federação Portuguesa de Natação e o selecionador nacional de saltos para a água na altura em que a modalidade acabou em Portugal.

Posteriormente, o convite estendeu-se ao terceiro elemento da equipa de treinadores. “Nós acabámos por propor o nome da Inês porque, não só tinha sido nossa ginasta no Ginásio Clube Português, como também foi campeã nacional por diversas vezes e tinha todas as características.”

Um convite que veio mesmo a calhar, segundo nos conta Inês. “Aceitei de imediato. Foi um regressar à modalidade que sempre gostei de praticar, foi poder pôr em prática a minha formação como treinadora e aproveitar a minha experiência como ex-saltadora.”

Quanto à experiência em si, ambos estão de acordo que tem sido enriquecedora, mas a falta de tempo não tem facilitado o trabalho, muito embora o desempenho dos concorrentes seja muito positivo.

“Todos eles estão muito dependentes da nossa ajuda. Nós somos mais consultores porque, na verdade, não há tempo para dar treinos. O tempo que existe é para se fazerem gravações e para nós explicarmos os saltos. E quando esse tempo existe, eles não aguentam fisicamente. Portanto, estamos a trabalhar com eles meia hora por dia, tendo em conta que são seis dias por semana, mais a gala. Ao todo dá para aí uns 180 minutos, o que não dá para nada. Esta é a primeira grande dificuldade, depois a parte boa é que como estão tão dependentes de nós para fazer os saltos, acreditam em tudo o que dizemos e agarram-se a isso para conseguirem fazê-los”, afirma peremptório Miguel, fazendo ainda referência aos vícios que alguns deles já trazem consigo.

“Isso são coisas que nós não podemos corrigir. Exatamente por isso é que digo que nós não estamos a fazer um trabalho de treino, nós limitamo-nos a aproveitar o que eles fazem e tentamos rentabilizar da melhor maneira para que consigam fazer o melhor salto.”

































TV 7 Dias


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